Pois foi! foi em Março de 2022 que escrevi pela ultima vez até hoje, quando recebi um email a dizer que A Jornalista tinha subscrito os meus blogs, como se pode ver na citação abaixo
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Olá Paula Silva, |
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Pensámos que gostaria de saber que A Jornalista passou a seguir os seus blogs. Também pode subscrever e acompanhar os seus blogs SAPO preferidos na área de Leituras.
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fiquei curiosa e fui tentar entrar na minha conta no sapo Blogs.
Bom; foi uma trabalheira dos diabos até cá conseguir entrar! Pois eu já não me recordava que raio de password é que eu tinha.
Mas também, eu dizer confessar que... não sou e nem nunca fui grande fã do portal do sapo, acho-o muito confuso se é motor de busca se não é motor de busca, não é nada que se pareça com o gigante Google. o que eu acho uma pena porque há muitos países até menos desenvolvidos que o nosso, e que têm o seu próprio motor de busca! Não os vou citar porque isso também não interessa para aqui.
Estamos mesmo mesmo na recta final de 2023, eu continuo a trabalhar para a mesma empresa de cuidados ao domicilio desde 2020 por isso já há quatro anos que trabalho para aquela empresa. não ganho um enorme salário mas recebo muito melhor do que em qualquer outra das empresa para as quais trabalhei antes desta.
As vantagens e desvantagens continuam praticamente a ser as mesmas que citei num blog que escrevi em 2021. excepto que eu já não tenho o mesmo carro, pois o que tinha acabou mesmo por dar o berro, e eu tive que comprar outro. Comprei o em Janeiro deste ano (2023) e vou andar a pagar o carro durante 5 anos um ano já está quase só faltam 2 meses e meio para concluir o primeiro de cinco dos cinco anos o carro custou £7000.00 mas eu terei que pagar £9000.00 E, ainda caí na esparrela do conto do vigário e estou a pagar £50.00 por mês durante 10 meses por um seguro que não me vai beneficiar em rigorosamente nada!
Ai credo! estou ao mesmo tempo a ouvir (e a ver quando calha) o Extra do Big Brother
que seca que são aqueles concorrentes
o casal que não é casal estão desavindos
e eu sinceramente não suporto aqueles miúdos
mas enfim...
eu continuo deprimida e em modo auto-destrutivo. nem sei como é que eu ainda estou a respirar...
hoje estou de folga mas amanhã (sexta feira) já regresso ao trabalho e estou com o coração na garganta a pensar como é que vou encontrar a condição nas estradas, é que tem sido diluvio a seguir a diluvio aqui nesta térrinha ![]()
é difícil conseguir focar-me quando estou a fazer mais do que uma tarefa ao mesmo tempo, algo tem que ficar para trás, porque o meu sentido de concentração é pior do que o de uma criança de cinco anos. eu comecei a escrever este post com a finalidade de contar a ultima tragédia que me aconteceu. a minha primeira filha decidiu de uma hora para a outra deixar de me falar e cortar-me de vez da vida dela e da vida do filho dela. escreveu uma carta a citar todas as reclamações e ressentimentos dela em relação à minha pessoa como mãe. Não refuto nenhuma das acusações dela sobretudo quando me acusou de ser uma má mãe ou mãe incompetente, porque infelizmente é verdade. eu nunca tive vontade nenhuma de ser mãe até porque nem sequer reunia as condições mínimas para o ser. sou fruto de violência parental, vivi relacionamentos onde a violência doméstica era uma constante. Os meus primeiros 45 anos de vida eu vivi aos empurrões e aos trambolhões. juntava-me a homens por desespero e por acreditar que era aquele o meu destino, de tanto ouvir o meu primeiro abusador, (o meu próprio pai) a dizer-me que o meu lugar haveria de ser sempre debaixo dos pés de um homem. e foi durante essa vida caótica e sofrida que nasceram as minhas três filhas. A primeira veio ao mundo quando eu tinha vinte anos, seguiu-se a segunda aos vinte e três anos e a terceira aos trinta anos. eu não estava e nem nunca estive preparada para ser mãe, ainda hoje não sinto o instinto maternos ou apelo à maternidade, se amo as minhas filhas? Sim Claro que as amo, mas se tenho instinto maternal? não, não tenho. Pergunto muitas vezes a 'Deus'; Porquê?! Porque é que as minhas pobre filhas tiveram que me ter a mim como mãe?! que mal fizeram elas?! É claro que 'Deus', nunca me deu uma resposta. há vários meses atrás eu tive um sonho/pesadelo, aonde eu via a minha filha mais velha a caminhar de costas voltadas para mim com uma criança pela mão. eu corria atrás deles a gritar pelo nome da minha filha mas ela continuava a caminhar eu acordei em desespero e nauseada. perguntei à minha filha do meio se tinha falado com a irmã se sabia de alguma coisa se sabia se a irmã estava bem. ela respondeu que tinha falado com ela no dia anterior. Eu contei-lhe sobre o o meu sonho/pesadelo, e já naquela altura eu fiquei com um mau pressentimento. Há um mês que o meu mau pressentimento se confirmou eu entendi o pesadelo que tive. tenho deitado as cartas (Tarôt) em todas as leituras que faço vejo sempre o mesmo resultado ou a mesma resposta. e eu nem sequer sei ler as cartas. tenho que recorrer sempre ao livro do Tarôt para ler o siginificado de cada carta que me calha. todas elas me dizem a mesma coisa... que eu tenho conflitos internos para resolver, que eu tenho que saber onde foi que eu errei, que eu tenho que me desligar do meu passado.
Mas como? Como é que eu vou conseguir desligar-me de todos os traumas do passado se eles deixaram grande feridas que ainda continuam abertas e extremamente dolorosas? Como?

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